Filme: A Bela e a Fera

Esse ano eu não posso reclamar dos filmes que fui assistir no cinema, depois de Logan. Outro tiro bateu fundo no meu coração “A Bela e a Fera”.

Simplesmente lindo, perfeito. É o tipo de filme que você quer assistir mil vezes para não perder a sensação da magia e do amor, é uma sensação maravilhosa do começo ao fim.

O que dizer da Emma Watson, divina como Bela, ninguém a superará neste papel, é dela, será sempre. Já tinha uma admiração enorme por Hermione, marcou minha adolescencia, mas agora, ela ganhou um novo espaço no meu coração.

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A Fera, interpretado por Dan Stevens é espetacular. Ele transmiti todos os sentimentos da personagem, com intensidade e amor, não tem como não se apaixonar pela Fera, ele é encantador, mesmo na versão obscuro e fechado.

O filme segue o mesmo ritmo do desenho, é como ver a versão real de um sonho realizado, esperado e desejado.

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Assistam! Vale a pena…

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Filme: Logan

A saga do Wolverine chega ao fim de maneira brilhante, com um filme incrivel e encantador.

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Logan aparece mais humano, doente e debilitado, professor Xavier esta em um estado problematico e Laura cai de paraquedas entre os dois, a menina tem a mesma mutação que Logan. Tudo começa a fazer sentido, quando essas três personagens se encontram e começam uma saga, para proteger Laura e achar outros mutantes, que como ela, foram criados em laboratório.

A corrida para fugir dos perseguidores é simplesmente sensacional, não tem como não vibrar com cada cena. Logan e Laura protagonizam momentos épicos tanto engraçados, quanto dramaticos.

É um filme forte, sensivel e engraçado, formulas que juntas fazem de Logan um final grandioso para essa personagem tão amado por nós. Sentiremos saudades!

Sumi, mas to aqui

Para minha surpresa, o blog vem recebendo bastante visitas, então, devo uma breve explicação do meu desaparecimento e desleixo com esse pedacinho de chão, na terra da internet, o qual, cultivo com amor e carinho.

Confesso. Estou com vários textos parados no rascunho, assisti vários filmes, série e li livros interessantes, os quais, ainda não escrevi, mas minha cabeça não colabora para por minhas ideias aqui.

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Tenho TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizada com uma leve Depressão, isso me acompanha há algum tempo. Comecei o tratamento e agora sinto uma leve melhora. Até então, não entendia o que sentia ou o porque da sensação de não pertencer a nada. Nem preciso explicar que isso me limita em alguns setores da minha vida. Pois bem, um deles é a escrita.

Meu processo criativo morre quando estou em crise e pode durar meses, requer paciência, principalmente da minha parte. Eu quero escrever, quero muito, mas não consigo, nada parece bom o suficiente para ser postado, isso é uma tortura.

Fico feliz que vocês leem o que escrevo. Grata. Apesar da fase turbulenta, o blog é, talvez, a única parte que resiste as minhas crises com dignidade. Pelo menos, nessa, não parei de ler, o que é uma pratica dificil, por causa do sono, cansaço, dores e desanimo. Vamos devagar, para não parar.

Toca o barco. Logo estou de volta!

Filme: Até o último homem (Hacksaw Ridge)

“Até o último homem” conta a história real do soldado americano  Desmond T. Doss, que durante a 2° Guerra Mundial se alistou mas não quis usar armas durante a batalha.

O filme mostra em partes a vida do jovem soldado/médico, sua relação com a família, seu casamento e o convívio com a tropa. Sua posição em não segurar uma arma e não matar, não é bem vista por seus superiores e companheiros. Além de sofrer abusos dentro do quartel, tem que enfrentar o tribunal para poder ir a guerra.

Doss consegue ir para a Batalha de Okinawa e apesar da pouca fé dos seus companheiros em suas capacidades como soldado, ele se mostra o mais corajoso e determinado em ajudar e se doar pelo próximo. Quando a tropa recua, ele permanece em campo salvando os feriados, sem nenhuma arma para se proteger.

Com sua fé, princípios e determinação Doss conquista seus companheiros e a nós. O ator Andrew Garfield que interpreta o soldado, o faz de uma maneira tão pura e gentil que Doss se torna aquela pessoa que você quer ter como amigo. E que aquilo esse Doss é!

“Doss se recusava a pegar em armas e a matar, por motivos pessoais e religiosos, mas mesmo assim se alistou no Exército durante a Segunda Guerra Mundial porque acreditava ser a coisa certa a fazer. Depois de uma batalha sangrenta em Okinawa, salvou sozinho algo entre 50 e 100 soldados feridos, deixados para trás no alto de um penhasco quando a companhia bateu em retirada.”

As cenas das batalhas são angustiantes, a atmosfera de guerra é intensa e sufocante (como deve ser no real), e temos a sensação em vários momentos que estamos com Doss, sozinhos, com o inimigo, desarmados, desprotegidos, mas com garra para ajudar. Toda vez que ele fala “Senhor, me ajuda a salvar mais um” é de arrepiar, não tem como pensar em desistir, Doss se esgota, mas salva.

O filme é emocionante, Doss se torna referência entre os soldados, ainda mais por ficar, quando todos recuam, de salvar quando quando pedem para ele deixar para trás. Se você ler entrevistas com o Doss da vida real, percebe o tão horando e humano ele foi, infelizmente, ele não pode ver o filme, pois faleceu há alguns anos. Mas sua coragem e determinação estão eternizadas, para servir como exemplo de que, nem sempre o mais horando usa arma.

Obs: Mel Gibson é o diretor do filme, o ótimo ator, se mostra um excelente diretor. O filme concorre ao Oscar em 6 categorias (filme, direção, edição, mixagem de som, edição de som e ator, com Andrew Garfield), em alguma categoria ele deve ganhar, pois o filme é uma PUTA produção. Merece o devido reconhecimento.

Filme: Invasão Zumbi

Vi o trailer do filme Sul Coreano Invasão Zumbi e fiquei impressionada com a produção.

Nunca tinha assistido um filme asiático tão foda e bem produzido como esse. Simplesmente é o melhor filme sobre Zumbi que você assistirá atualmente – sem exageros – o roteiro é primoroso e as imagens sensacionais. O ritmo da história é alucinante. Os atores é outro ponto forte do filme, eles expressão bem a tensão do momento e a emoção.

Para entender melhor, a história narra a viagem de pai e filha para a cidade de Busan. O pai tem uma vida corrida e fica pouco com a filha, que pede para o mesmo, levá-la para sua mãe, isso, no dia de seu aniversário. Ambos embarcam em um trem, que antes de partir é invadido por uma passageira infectada por um vírus que transforma os passageiros que ela ataca em zumbi. Neste ponto, o caos é geral. Os vagões começam a ser infectados e os poucos sobreviventes, acompanham pela TV a luta das pessoas nas cidades para sobreviver ao vírus.

O filme não aborda apenas o ataque Zumbi, mas relação pai e filha, princípios, morais e sobrevivência. O que você faria se estivesse nessa situação? São esses questionamentos que movem o filme para um rumo surpreendente. Nos identificamos com cada passageiro não infectado, eles criam laços e tenta se proteger – outros nem tanto – mas a relação se torna forte entre eles com o passar do tempo. É algo forte, mas ao mesmo tempo significativo.

Por fim, o motivo do ataque zumbi é surpreendente e quem causou isso foi o próprio homem, com sua ganância. O final é sensacional, onde os sobreviventes encontram abrigo após uma longa e árdua jornada. Mas quem sobrevive? Você precisa assistir para saber. Já que, até os minutos finais, você não sabe se realmente eles terão sorte ou não.

Série: Gilmore Girls – Revival

O revival da série Gilmore Girls foi bom, mas teve um ponto ruim. Explico o porque nos tópicos abaixo.

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BOM

  • Separar as histórias por estações do ano foi uma sacada maravilhosa, acentuou bem os pontos marcantes da série e nos reapresentou a cidade de Stars Hollow nas 4 estações do ano.
  • As personagens continuam as mesmas, nem parecem que ficaram longos anos sem interpretar Rory e Lorelai.
  • Unir todo o elenco foi sensacional, isso mostrou a sintonia e disposição dos envolvidos em fazer um revival de respeito.
  • O roteiro, escrito pela roteirista original, trouxe a tona os diálogos rápidos e expressivos dos personagens.
  • Stars Hollow continua com sua atmosfera mágica e suave, quem não quer morar naquele lugar?
  • O final deixa em aberto alguns pontos, os quais, podem/devem ser trabalhado em uma nova temporada.

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RUIM

  • Separar a série em 4 estações foi uma ótima ideia, mas separar em apenas 4 episódios de 90 minutos foi uma péssima ideia. Se fossem até 10 episódios, separados em 30 minutos ou menos, a história ficaria menos cansativa. A agilidade da série não combinou com essa formula – pelo amor de Jeová – não façam isso na nova temporada.

Sem mais, o lado ruim, foi só uma opinião mesmo… AMO e vou proteger essa série com todo meu coração.

*Para recordar os pôsteres das 4 estações.

Lindas, quero outra temporada, mas com mais episódios para saborear.

Série: The O.C

Quem já era vivo no inicio do ano 2000 deve se lembrar do “Boom” de séries adolescentes que passavam na SBT naquela época, entre elas, The O.C. Todo domingo era regra passar a manhã toda assistindo The O.C, Lances da vida, Gilmore Girls entre outras séries americanas do cardápio dominical da TV do Titio Silvio Santos.

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Os anos passaram e muitas séries não tiveram suas temporadas concluídas, coisas de TV aberta, mas com a chegada da internet rápida e as possibilidades de ter acesso as séries, repor o tempo perdido ficou fácil.

A Netflix nos presenteou no final do ano passado com todas as temporadas de “The O.C”, lógico que a tiazona aqui, parou o que estava fazendo para assistir.

The O.C conta a história o menino Ryan que mora no subúrbio e se mete em uma confusão com seu irmão, após ser preso e não ter para onde ir, já que sua mãe o abandona. Então, ele é acolhido/adotado pela família rica dos Cohen, metade judia/católica. Ryan, é inserido em um universo novo e muda a vida da nova família, principalmente de Seth. Poderia ser clichêzão, mas não é.

A história vai se movendo conforme os personagens principais Ryan, Seth, Summer e Marisa vão crescendo. A vida dos adultos não é nada glamourosa, acompanhamos a queda da família Cooper, os problemas da família Cohen e os dramas que vão se formando em volta dessas reviravoltas.

Vale ressaltar que, o sucesso da série se justifica e o fim dela foi na hora certa, não tinha para onde correr, ficaria complicado continuar, o enredo estava esgotado.

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Bom, ao meu ver, The O.C sempre será aquela série para assistir quando quiser matar a saudade dos bons tempos de séries no domingo de manhã na TV – nada supera essa nostalgia – meu próximo projeto é assistir Lances da Vida. Aqui a nostalgia não tem limites. Gosto demais.